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LGBT

por FernandoMesquita, em 02.03.09

 

 

Deixe aqui as suas dúvidas, questões e sugestões...

 

Aqui são publicadas algumas das questões enviadas para o e-mail (psicologiananet@sapo.pt), tendo o especial cuidado de as tornar completamente anónimas. Todas as perguntas têm uma resposta personalizada, enviada para o e-mail, mas pedimos que faça também um comentário às questões ou respostas que forem surgindo!!

 

Estes testemunhos poderão ajudá-l@ a compreender que o seu problema não é único... 

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Pergunta 6

 

Boa Tarde...
Sou um jovem de 19 anos homossexual , e sou da região centro... Pela informação que sei acerca deste assunto posso afirmar que o meu caso é semelhante a muitos outros. criado segundo directivas religiosas no seio de uma familia conservadora e crente... 


Desde novo senti que era diferente e sofri  "na pele" as consequencias dessa difença desde bem cedo....
 

Para resumir a minha historia limito-me apenas referenciar alguns factos que me levaram a escrever este mail .
 

Aos 16 anos envolvi-me com um homem 18 anos mais velho que eu... foi o meu primeiro relacionamento embora claro seja desnecessario dizer que vivi uma pura ilusão , e fui usado durante 1 ano. Não que fosse um jovem leigo , mas era bastante ingenuo devido em grande parte á protecçao maternal que sempre tive. Mas cansado de "teatros"  e motivado por uma angustia profunda devido ao fim do falso relacionamento que tive decidi contar aos meus pais e a uma avó ( na altura eram as pessoas que considerava mais importantes para pelo menos saberem da minha orientaçao ) e assim fiz , com 16 anos reuni os meus pais e contei-lhes.... contei-lhes tudo...
 

A reacçao claro que nao foi boa... primeiro foi de risos e descrença..... porem quando revelei que tive um relacionamento com um homem 18 anos mais velho tudo se tornou diferente... Seguiram-se meses de muita tristeza e sofrimento  para todos nós , porque sozinho ja sofria imenso e depois tive de suportar o meu sofrimento e o que lhes causei .... pensei inclusivamente  na  fuga para o estrangeiro... 
 

Nao foi facil para ninguem e continua sem o ser...
 

Hoje com 19 anos ainda se fala demais no assunto.. e claro que a minha atitude trouxe graves consequencias a nivel de saude para a minha mae...  desenvolveu problemas do foro alimentar por andar nervosa ....
 

Das conversas que tenho em relaçao a este assunto , noto que existe uma grande esperança por parte dos meus pais em relaçao ao amanha... esperam que mude porque acham que o individuo com quem tive a minha primeira relaçao me despertou para este mundo. Acham que nunca desenolvi estes comportamentos e que tais comportamentos sao bastante contraditórios para um aluno que sempre foi bom na disciplina de biologia ~(um amante da natureza).
 

E eis a razao do meu email... ao fim de 3 anos acho que o que podia dizer ja disse , tendo sempre respeito pelo seu sofrimento e pelas suas crenças , mas nao consigo neste momento definir objectivos..
 

Gostava de ver as minhas atitudes respeitadas , mas sem o destanciamento que por vezes noto.... 
 

Gostava que me entendessem e que me dessem mais apoio e nao um constante desaprovamento de atitudes tao naturais como tomar um cafe com um amigo gay..., e que me evitassem dizer que "com vontade tudo se consegue " quando este assunto nada tem a ver com "vontades "  
 

E neste momento ainda recusam apoio....  embora a figura paterna ja procure alguma informaçao ,continuam sem entender e desaprovar tudo relacionado com este mundo
Fica portanto o pedido de ajuda e orientaçao
 
Peço que respondam para o este mail XXXXXX   que estarei atento
 
Muito obrigado 
 

 

Pergunta 5

Boa tarde,
 
Estive a ver um blog lgbt, em que surgiu uma entrevista sobre o trabalho do dr fernando mesquita com a comunidade lgbt. Estava a fazer uma pesquisa sobre terapia conjugal para casais homossexuais em lisboa.
Eu tenho 27 anos, e a minha companheira tem 30 anos. Estamos a viver juntas há cerca de um ano. Temos tido uma relação muito boa, mas nos ultimos meses tem aumentado uma tensão entre nós, e os problemas e discussões têm surgido. Não conseguimos estar juntas sexualmente em consequencia disso. Há uma série de questões e problemas que tem surgido entre nós, derivados da forma como estamos na vida, do meio profissional, enfim, tudo tem-se revelado um ponto de discordia, causando muita infelicidade. Mas nenhuma de nós consegue sequer perspectivar ficarmos separadas.
Para não alongar mais, as minhas dúvidas são: é considerado muito cedo para uma terapia de casal? pensei nisto porque de facto não estamos a conseguir comunicar entre nós, não conseguimos entender-nos, como se falássemos de repente linguas diferentes.
 
Obrigada pela atenção, aguardo resposta.
 

XXXXXXXX

 

Pergunta 4

Boa noite!
Sou a XXX, residente em XXX, tenho 29 anos e estou bastante confusa em relação à minha orientação sexual.
Tenho um relacionamento de 5 anos, gosto do meu namorado como um amigo, por outro lado tenho tendência para me sentir atraída por mulheres bonitas e simpáticas.
Gostaria de ter um relacionamento com uma mulher para tirar as minhas,  dúvidas mas não sei o que se passa comigo, pois tenho mais sucesso com  os homens.
Sempre que me tento aproximar de uma mulher e tento aproximação elas afastam-se de mim.
Já não sei o que fazer, será que sou homosexual?
Agradecia que me respondesse a esta minha dúvida,

Obrigada!

 

Pergunta 3

Gostaria de saber como lidar com a minha mãe em relação a minha opção sexual, tem uns 2 meses q ela ficou sabendo e não aceita de jeito nenhum, ela liga pra minha namorada e fala horrores... comigo não, mas não aceita nem conversar sobre isso! ela acha q a minha namorada é culpada por eu ser assim! Como conversar com a minha mãe sobre isso? eu ia suicidar mas ela impediu, mas se ñ resolver isso eu ñ sei como viver brigando, discutindo sobre uma coisa minha! obrigada, espero uma resposta...

 

Pergunta 2

 Muito boa noite;

Tenho 19 anos e iniciei a minha vida sexual activa aos 15 anos. Os meus primeiros namoros foram uma desgraça, e não sei se isso pode ter a ver com uma série de dúvidas que me têm deixado muito preocupada nos últimos meses.
Nunca tive um orgasmo durante uma relação sexual normal com parceiro. Falei com várias pessoas da minha confiança acerca disso, e todos me disseram que isso é psicológico... eu acredito que sim, e sempre tive uma vida sexual relativamente harmoniosa com o meu namorado, com quem estou há um ano e meio. Com ele, uma vez tive um orgasmo, mas foi com penetração anal, e depois de qualquer actividade sexual mais fantasiosa fico sempre a sentir-me culpada. Ultimamente, desapareceu o meu desejo sexual por completo. Já não quero tentar mais, já estou farta de tentar; temos tentado de várias maneiras; com masturbação à mistura e tudo, mas nunca consigo sentir "aquele" prazer. Não sinto que valha a pena tentar mais... das últimas vezes que fizemos amor, estive descontraída até ao momento em que ele ejacula... sinto-me completamente enojada com o sémen; fico arrepiada e com náuseas, e qualquer prazer que tenha tido nessa relação desaparece para dar lugar a uma enorme frustração e desconforto fisico e emocional. O meu namorado é muito carinhoso e compreensivo, mas mesmo assim tenho-me sentido pessimamente quando penso em relações sexuais. Não sei também se isso se deve ao facto de a nossa relação estar mais leve do que no princípio. Sinto-me mais amiga dele do que namorada, e às vezes apetece-me estar sozinha sem a responsabilidade de o ter como parceiro. Será que isso tem a ver com a nossa sexualidade, ou a nossa sexualidade tem a ver com isso??
Além do mais, desde os meus 16 anos, sensivelmente, acho que sou bisexual. Sinto vontade de estar com uma mulher; tudo numa mulher é agradável para mim; não têm nada que me hoje, são suaves e com curvas harmoniosas, e excitam-me mais do que um homem. No entanto, tenho uma enorme confusão com a minha sexualidade e com o facto de, ainda por cima, sentir desejo por mulheres. Gosto de homens e mulheres; sinto-me mais completa com
um homem, mas de certa forma o pénis e tudo isso enoja-me. Sinto-me mais amiga de uma
mulher do que completa, mas gosto de tudo no corpo de uma mulher, excita-me e não me noja. Fico muito baralhada com isto, porque não me sinto bem a falar sobre estes assuntos com ninguém, porque parece que toda a gente quer fugir dos assuntos de homosexualidade.
Eu estou muito confusa! Às vezes sinto que preciso de ajuda profissional, mas não sei a quem me dirigir... tenho uma psicóloga, mas não me sinto muito à vontade para falar com ela, e ela escuta-me mais do que aconselha... precisava de alguém que me aconcelhasse e tivesse experiencia a tratar de casos semelhantes ao meu.

Por favor, acha que o facto de eu não conseguir ter orgasmos nem prazer, nem desejo sexual vem de algum problema que eu tenho em lidar com o sexo? E o que poderá ser? Eu estou muito confusa!

Acha que o facto de eu achar que sou bisexual ou lésbica virá também de alguma confusão que eu tenho com o sexo? Será que foi por que não ter sido acompanhada pelo meu pai durante a minha adolescência? Será que não é um problema sequer, e apenas há um perconceito que eu não tenho coragem de enfrentar?

Muito obrigado pela sua atenção. Por favor, não ignore o meu pedido de ajuda. Obrigado.

 

Pergunta 1

Boa tarde, vi o vosso site na net e venho por este meio pedir uma ajuda/esclarecimento.
Sou uma jovem que casou aos 23 anos e nunca tive relações com o meu namorado antes de casar. Ele aparentava ser uma pessoa normal, mas poucos meses antes do casamento comecei a notar alguns comportamentos nervosos (ticks) como acender e apagar a luz varias vezes seguidas, abrir e fechar as portas, subir e descer as escadas, depois de o confrontar com a situação, pq n achava aquilo normal, ele disse que era dos nervos do casamento.
No dia do casamento, a ansiedade era tanta pois para mim iria ser um dia especial e tanto esperado, pois como me diziam ia ser de manha de tarde e a noite. Quando o casamento terminou, já era tarde eram 5h e as 8h30m tínhamos que ir de viagem...o que aconteceu e que eu esperei e nada, desafiei-o para um duche e ali, foi uma coisa mt rápida e sem "sabor" que me perguntei a mim mesma se era aquilo que diziam ser tão bom. Depois fomos para a cama e pensei que fosse-mos continuar, mas qual foi o meu espanto que ele deitou-se e virou as costas e disse até amanhã eu pensei que ele estivesse a brincar e esperei um pouco e nada, qd reparei ele estava a dormir. Pensei que ele estivesse cansado, pois tinha sido um dia mt preenchido, apesar de na minha cabeça ficar sempre a ideia se eu fosse homem não tinha dormido. Começou a lua-de-mel, e eu procurava-o e ele fugia...ate que desisti...Voltamos há vida normal, e chegados há 1ª passagem de ano juntos, preparei uma noite com champanhe, musica, velas, e eu de lingerie vermelha, qd chegamos a casa ele foi ao wc e eu preparei td, qd ele sai eu "atiro-me" a ele...e ao que ele responde "para que merda e esta" e eu n liguei e continuei de novo até que ele volta a dizer "não ouvis-te, para que é esta merda", para mim foi a gota de agua, acho que foi a noite que mais chorei na minha vida. Mas nunca tive coragem de o mandar embora e continuei a arranjar desculpas. Nunca
se deitava à mesma hora que eu demorava horas... Mas eu gostava dele e disse para mim, bem em relação a fazer amor tive azar. E fui-me conformando. Mas ficava danada até dizia para mim mesmo que eu é que deveria ser o homem, pois estava sempre disposta para fazer amor por mim era todos os dias e ele é que arranjava desculpas que lhe doía a cabeça, a barriga, as costas, etc. Depois tentei engravidar e era todos os dias e ele virou-se para mim dizendo que não era assim, mas foi. Mesmo assim, ele nunca me fez carinhos, nada de beijos, até cheguei ao cúmulo de lhe perguntar se não tinha língua nem dedo...mas n resultou. Além de tudo isto, aqueles ticks nervosos foram aumentando, até chegar ao ponto de deixar de fazer a sua higiene pessoal, tomava um banho por semana, n lavava a boca, não trocava de roupa, etc. Depois de 4 anos e meio de casados, já n aguentei mais e mandei-o embora, ele n queria sair, mas....depois agrediu-me e foi o fim. Entretanto ele foi viver com os pais e já se passaram dois anos e ainda n estamos divorciados, mas ele continua a viver com os pais coisa que para mim me chamou a atenção, não tem ninguém, pelo menos n se vê...e já me tinham dito que ele anda mt arranjado, coisa que na minha altura n andava, e o penteado com gel, risco ao meio, franguinha, bolsinha de tiracolo, aspectos que comecei a desconfiar, se por acaso ele não será Gay.

Desculpem o meu desabafo, mas isto não foi fácil, e ao fim ao cabo dei cabo da minha vida e qt a homens a minha primeira experiência foi desastrosa.
Se me pudessem esclarecer perante estas situações e se me podem esclarecer a minha desconfiança de alguns meses agradecia.

 

 

 


 

 

 

 

COMENTÁRIOS

 

Neste espaço são apresentadas as vossas sugestões aos pedidos de ajuda/perguntas anteriores. Se pretender fazer um comentário específico a uma pergunta não se esqueça de indicar qual.

 

 

 

 

 

Para pedido de ajuda/pergunta 2

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
De FernandoMesquita a 16 de Setembro de 2007 às 23:28
Cara amiga,

em primeiro lugar deixe-me dar os parabens, pois apesar dos seus 19 anos revela uma maturidade psicológica muito forte.

Compreendo a sua tristeza face ao problema que me apresenta. A dificuldade em lidar com o desejo sexual por alguém do mesmo sexo, é algo comum, não porque isso tenha alguma coisa de "anormal", mas porque a sociedade assim o quer fazer crer...

Considero bastante interessante a seguinte questão que me apresentou:

"Acha que o facto de eu achar que sou bisexual ou lésbica virá também de alguma confusão que eu tenho com o sexo?"

A meu ver, o problema passa precisamente por esta questão, tendo em conta 2 pontos:

1) A sua orientação sexual(homossexual/bissexual/heterossexual) terá que ser a XXXXque deverá descobrir.
Por quem fica mais excitada? Quem deseja realmente? O facto de "fugir" de pessoas do mesmo sexo poderá ser causado pela educação que teve?
Seja sincera consigo mesma, só assim poderá dar e receber AMOR de verdade.

2) Enquanto a XXX não tirar a dúvida em relação à sua orientação sexual, dificilmente conseguirá ter prazer com pessoas do sexo oposto, ou do mesmo sexo, na medida em que não está realmente livre para AMAR, existirá sempre uma dúvida. Imagine que vai fazer um teste, tem a matéria toda estudada, mas na realidade a XXX não tem confiança em si mesma e julga não estar confiante numa determinada matéria.
Certamente, estará menos segura para fazer o teste e poderá bloquear na realização do mesmo.

Finalmente gostaria de lhe fazer uma questão. Se anda a ser seguida por uma psicóloga e não lhe diz algo que a está a afectar tanto, como é o caso que me apresentou, o que anda lá a fazer??

Espero ter ajudado, estarei sempre disponível, um abraço

responder a comentário

 
 
De s a 30 de Janeiro de 2008 às 00:33
olá. Já não deves seguir este blog, pela data em que o vosso dialogo aconteceu. Tenho o mesmo problema que tu, o prazer carnal sinto em relação à mulher mas o conforto e amor puro sinto-o em relação a um homem. Da mesma forma que tu o sexo masculino impulsiona repulsa, e consecutiva frustaçao quando tenho de lidar com ele e com a suposta (e correcta) excitação. Ainda para mais quando o teu parceiro merece tudo. Sempre fui muito feminista e o acto bruto e socialmente abusivo do homem em relação à mulher repudia-me e sei que é uma imagem activa na minha vida sexual. A mulher atrai-me indiscutivelmente mais, apesar de não ser capaz de me separar do meu namorado, com quem estou a 3 anos (cada vez menos satisfeita sexualmente). O meu futuro ideal seria com um homem e com filhos, e portanto é realmente complicado discernir estas duas vertentes sensoriais minhas.

Se o Dr. Fernando vir a minha mensagem, e se tiver o contacto da pessoa que escreveu a mensagem inicial, gostaria que ela pudesse entrar em contacto por aqui, ou responder ao e-mail. Tenho 21 anos, um pouco mais velha, mas as sensações são as mesmas, também frequento uma psicóloga à vários anos, desde miúda, devido a grande sensibilidade psicológica e de aceitação social das coisas.. creio eu.
Obrigado, espero resposta.
 
 
 
Para pedido de ajuda/pergunta 3
De paulo costa a 4 de Agosto de 2007 às 07:56
olá..

pelo q me diz a sua mae não aceita a sua relação com a sua namorada, é necessário tentar falar com muita calma com a sua mãe explicar-lheo quanto ama a sua namorada e o quanto ela faz-lhe feliz. è importante referir a sua mae q esta a magoa muito, pois deveria apoia-la... em relação ao suicidio pense que não sera a melhor maneira de resolver o problema.. tenha calma, muita calma... acredita q pouco a pouco ela começara a entende-la

tenho todo o gosto em ajuda-lo

Paulo costa
psicologo clínico e sexologo
 
 
 
 
Para pedido de ajuda/pergunta 4
De FernandoMesquita a 22 de Março de 2007 às 12:51
Cara amiga,

em primeiro lugar gostaria de lhe dar os parabens por ter tido a coragem e
capacidade para colocar esta questão de forma tão clara.

Relativamente à sua questão, deve compreender que ficam muitas dúvidas em
aberto, que só falando directamente consigo poderiam ser totalmente
esclarecidas, tais como:

1) Diz que tem um relacionamento de 5 anos, mas que gosta do seu "namorado"
como amigo.

. Pois bem, o que é isto de gostar como "amigo"?
. Não sente atracção física ou desejo sexual por ele?
. Então, nesse caso, se pratica sexo com ele, porque o faz ?
. Ele tem conhecimento destes seus sentimentos?

Não se esqueça que uma relação é feita a dois e que ambos devem estar
empenhados para que esta funcione ... e nenhum sofra, ou venha a sofrer...
Será que realmente vale a pena continuar uma relação deste tipo?
Pondere entre as vantagens e desvantagens em manter uma relação deste tipo...

2) Diz que gostaria de ter um relacionamento com uma mulher para tirar as
dúvidas, mas que tem mais sucesso com os homens...

. Para Kinsey, os seres humanos não se classificam quanto à sexualidade em
apenas duas categorias (exclusivamente heterossexual e exclusivamente
homossexual), mas apresentam diferentes graus de uma ou outra característica
extrema. Em resumo, seriam divididos nas seguintes categorias:

. heterossexual exclusivo;
. heterossexual ocasionalmente homossexual;
. heterossexual mais do que ocasionalmente homossexual;
. igualmente heterossexual e homossexual, também chamado de bissexual;
. homossexual mais do que ocasionalmente heterossexual;
. homossexual ocasionalmente heterossexual;
. homossexual exclusivo;
. indiferente sexualmente.

Quero com isto dizer que a XXXX pode perfeitamente não ser exclusivamente
Hetero nem exclusivamente Homo, o importante é que se sinta bem com a sua
sexualidade e consiga construir um relacionamento com alguém que realmente AME!

Muitas pessoas mantêm durante algum tempo uma relação com pessoas do sexo
oposto e depois fazem-no com alguém do mesmo sexo, e vice-versa.


3) A XXXX refere que tem mais "sucesso" com os homens e que sente um
afastamento das mulheres quando se aproxima mais delas. Mas será que vale a
pena esse "sucesso" se não corresponde ao que deseja ?

4) Considero que a XXXX deverá investir mais em alguém que realmente
deseje (homem ou mulher) e com quem queira, realmente, partilhar a sua
intimidade.

A homossexualidade não é nenhuma doença, embora lhe estejam associados muitos
preconceitos sociais. Se sentir necessidade de partilhar estes sentimentos com
alguém faça-o, com um(a) amigo(a) em que confie plenamente, mas primeiro
procure saber qual a opinião desta pessoa relativamente à Homossexualidade...

Tal como os Heterossexuais, muitos Gays e Lésbicas recorrem à Internet para
conhecerem outras pessoas. Outros optam por ir a lugares onde os clientes são
predominantemente Lesbigays (Bares, discotecas, cafés). Outros optam por
esperar que o "momento certo" ocorra, através da construção de uma amizade,
do conhecimento de alguém especial, etc ...

Qualquer que seja a via que opte, quer seja homem ou mulher, aconselho a que
tenha prudência e confirme se realmente essa pessoa tem as mesma intenções
que a XXXX...

Um abraço,

De Alfa a 24 de Junho de 2007 às 01:44
Olá,
Profissionalmente o Dr. será a pessoa indicada para a auxiliar, no entanto caso queira colocar alguma questão ou trocar algumas ideias, terei todo o gosto num contacto consigo. Sou gay tenho 40 anos e sou estudante de psicologia por gosto.
Não pretendo tirar qualquer dúvida com um relacionamento, mas quem sabe se escrevendo ou falando com alguém assumido desde jovem, e talvez possa afirmar, com poucos preconceitos e poucos pois julgo que qualquer um, deve ter algum, mesmo que não saiba.
Bem, com o ultimo paragrafo tentei "soltar" um pouco e mostrar a diferença sabendo da semelhança que une todos nós.
Se tudo ficar por estas palavras desejo, de coração, que se "encontre", mas não esqueça que tem toda uma vida para isso.
O amanhã tem sempre algo de novo... Descubra-o.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 

 

 
 
 
 
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publicado às 11:29


4 comentários

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De Anti-Homophobia a 13.03.2009 às 22:54

http://anti-homophobia.forums-free.com

visita-nos .
Sem imagem de perfil

De junior a 26.03.2009 às 16:13

Oie tenho uma namora a quase um ano agora que estamos tentando fazer sexo eu não sou mais virgem mais ela é.
mas toda vez que vou fazer sexo com ela meu pinto não fica duro no começo até fica um pouco depois não sobe mais.
fico super nervoso nem sei o que fala pra ela!
na hora do sexo fico pensando varias coisas. eu acho que é meu psicologico
basta sair da casa dela meu pinto fica duro.
ajuda ai!
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De Miguel Gomes a 28.12.2010 às 21:15

Seria possível dar.m o e.mail da pessoa da pergunta 6 do separador LGBT ?
Ou então enviar.lhe o meu e.mail ?

A minha história tem pontos em comum com a dele ...
desde ao facto de ser uma família católica, de ser bom aluno a biologia :P, de ter decidido contar a minha mãe e ela não ter reagido bem ... (mas não tenho 19 anos)
Gostava de trocar algumas impressões com ele...
Entendo perfeitamente que não me poderá dar o e.mail dele por uma questão de profissionalismo, e bem estar de quem utiliza (neste caso ele) o blog!

elcoelhito@hotmail.com
abraço :)
Sem imagem de perfil

De Sergio Viula a 03.06.2011 às 14:42

Algumas mulheres costumam reclamar dos homossexuais por conta de sua própria solteirice... Gostaria de sugerir um post para leitura: "Tá faltando homem..."

http://www.foradoarmario.net/2011/06/ta-faltando-homem.html

Sergio Viula

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